sábado, 4 de janeiro de 2025

Feira de Santana está entre as 100 melhores cidades do Brasil para fazer negócios

 A economia feirense é fortemente fomentada pelos setores de Comércio e Serviços, que impulsionam o desenvolvimento local.

 Trânsito

 Feira de Santana aparece no ranking 2024 das 100 melhores cidades para fazer negócios no Brasil, elaborado pela consultoria Urban Systems para a revista Exame. A cidade figura entre as melhores em quatro segmentos: Comércio, Serviços, Mercado Imobiliário e Saúde.

 

A Princesa do Sertão tem o maior entroncamento rodoviário Norte e Nordeste, o que a mantém em uma localização estratégica. Além disso é maior que oito capitais brasileiras, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e tem um dos maiores Produto Interno Bruto (PIBs) do interior do Nordeste.

Salvador, a capital baiana, apareceu no ranking em seis categorias, incluindo Comércio, Serviços, Mercado Imobiliário, Saúde, Indústria e Educação. Outras cidades da Bahia, como Barreiras, Ilhéus e Juazeiro, são destaque em Agronegócio, enquanto Vitória da Conquista e Teixeira de Freitas lideram, no estado, na Educação.

 O estudo é baseado no Índice de Qualidade Mercadológica (IQM), que analisa dados como população, fluxo de comércio, características urbanas e infraestrutura para identificar os municípios com melhores condições para empresas. O estado de São Paulo, tradicionalmente, lidera o número de cidades presentes no ranking.

 No estado da Bahia, o estudo consolida Feira de Santana como a melhor cidade do interior para fazer negócios nos segmentos Comércio, Serviços, Mercado Imobiliário e Saúde.

A economia feirense é fortemente fomentada pelos setores de Comércio e Serviços, que impulsionam o desenvolvimento local e garantiram à cidade sua posição de destaque no ranking. Apesar de contar com uma boa malha industrial, Feira de Santana não obteve diferenciais ideais para aparecer na categoria Indústria. A cidade também não aparece no segmento Agronegócio.

 Apesar de Feira de Santana aparecer no ranking nacional, a posição ocupada em todos os segmentos indica desafios a serem enfrentados para atrair ainda mais negócios, principalmente, na área de serviços e saúde, a nível de Brasil.

A ausência em segmentos como Agronegócio, Educação (mesmo sendo um polo educacional da região) e Indústria indica a necessidade de investimentos e planejamento estratégico para diversificar e fortalecer a economia nestes setores, para que as empresas já existentes se mantenham com resultados positivos e haja atrativos para novas. A competitividade de Salvador em todas as categorias ressalta a concentração de infraestrutura e oportunidades na capital baiana.

 O anúncio dos resultados ocorreu durante o Fórum Infraestrutura, Cidades e Investimentos, realizado no início de dezembro em São Paulo. O evento reuniu especialistas e líderes empresariais para debater oportunidades de desenvolvimento em cidades brasileiras. A reprodução desde conteúdo é permitida desde que citada a fonte: Acorda Cidade.

 Confira a posição de Feira e Salvador no ranking nacional 2024 das 100 melhores cidades para fazer negócios no Brasil

Serviços
46º lugar: Salvador
97ª lugar: Feira de Santana

Comércio

14º lugar: Salvador
84ª lugar: Feira de Santana

Setor Imobiliário
24º lugar: Salvador
61º lugar: Feira de Santana

Saúde
37º lugar: Salvador
85º lugar: Feira de Santana

Agronegócios
71º lugar: Barreiras
77º lugar: Ilhéus
83º lugar: Juazeiro
84º lugar: Porto Seguro
87º lugar: Alagoinhas
91º lugar: Luís Eduardo Magalhães

Educação
19º lugar: Vitória da Conquista
32º lugar: Teixeira de Freitas
55º lugar: Salvador

Indústria
80º lugar: Salvador

 Lista completa de vencedores do ranking Melhores Cidades para Negócios 2024

Serviços – São Paulo
Comércio – São Paulo
Mercado Imobiliário – Jandira (SP)
Saúde – Hortolândia (SP)
Agronegócio – Brasília
Educação – Carapicuíba (SP)
Indústria – Cotia (SP)

Com calendários diferentes, ao menos 4 países do mundo ainda não chegaram em 2025

 Etiópia, Coreia do Norte, e Afeganistão ainda não chegaram em 2025 por causa do calendário que cada país utiliza; Entenda

                            

                                               

Etiópia, Coreia do Norte, e Afeganistão ainda não chegaram em 2025 por causa do calendário que cada país utiliza; Entenda 

Adeus ano velho, feliz ano novo! Mas, será mesmo? O dia 1º de janeiro é comemorado em boa parte do mundo como a virada de ano, entretanto, nem todos os países estão em 2025. O motivo? Enquanto muitas nações seguem um calendário em específico, outras utilizam suas próprias contagens de tempo e estão em um ano completamente diferente.

O calendário usado pela maioria dos países ocidentais é o gregoriano Calendário mais utilizado no mundo, ele foi criado na Europa em 1582, por iniciativa do Papa Gregório XIII.
, que leva o nome do papa Gregório XIII, responsável pelo ajuste feito na contagem de tempo ocidental em 1582, por meio de um documento chamado Inter gravíssimas, que reformulou a forma de contagem do tempo nos países influenciados pelo catolicismo.

 

A intenção do papa era corrigir uma dessincronização gerada por um erro do calendário juliano, que fazia com que as datas não coincidissem com eventos sazonais ou mesmo as estações do ano, a exemplo da Páscoa e do equinócio da primavera.

O objetivo era alinhar o calendário com o ciclo solar. Com isso, 10 dias desapareceram do mês de outubro de 1582. Para instaurar o decreto, as pessoas foram dormir no dia 4 e "acordaram" no dia 15.

 

Pelo menos 40 calendários são usados ao redor do mundo

Os “contadores de tempo” se baseiam na translação e rotação da Terra em torno do Sol ou nas fases da Lua.

Assim, os calendários podem ser classificados em: solares, que se baseiam no movimento da Terra em torno do Sol; lunares, nos quais os meses são indicados pelas fases da Lua; e lunissolares, que se baseiam nos movimentos do Sol e da Lua.

 Também conhecido como Calendário Eritreu, o principal contador de tempo usado na Etiópia possui 13 meses e ainda está no ano de 2015.


Acredita-se que o objeto mais antigo usado para calcular números e medir a passagem do tempo seja o osso de Lebombo, descoberto em uma caverna na África do Sul e datado de 35.000 a.C. Trata-se de parte da perna de um babuíno, na qual foram identificados pequenos traços feitos por humanos.

Esses riscos, segundo pesquisadores, eram usados como um “calendário”, e cada traço significava um dia. Ele era possivelmente baseado nas fases da Lua.

Com diferentes formas de contagem do tempo, são múltiplas as percepções de "presente", "passado" e "futuro" entre as diversas culturas e os inúmeros povos em cada região do mundo. Confira a seguir três países do mundo que ainda não chegaram a 2025:

Calendário etíope: o país com o ano de 13 meses

 

Também conhecido como “eritreu”, o principal contador de tempo da Etiópia tem uma característica peculiar: ele possui 13 meses. São 12 meses com 30 dias e um mês adicional, chamado Pagum, com cinco ou seis dias, dependendo se o ano é bissexto ou não.

A explicação para essa diferença em relação ao calendário gregoriano está na data de nascimento de Jesus Cristo adotada no calendário etíope. 


Quando a Igreja Católica retificou o seu cálculo no ano 500 d.C., a Igreja Ortodoxa Etíope não fez o mesmo e com o passar do tempo, a diferença na contagem do tempo entre os calendários se aprofundou. 

Por conta disso, a Etiópia está entre sete e oito anos "atrasada" em relação ao calendário gregoriano. Os anos lá começam no dia 11 ou 12 de setembro, dependendo se o ano é bissexto ou não.

Dessa forma:

  • De 1º de janeiro a 10 de setembro de 2025 (gregoriano), será o ano 2017 no calendário etíope.
  • A partir de 11 de setembro de 2025 de acordo com o calendário gregoriano, a Etiópia entrará no ano 2018.

"Coreia do Norte: o país que “voltou no tempo”

 Pequenas bandeiras da Coreia do Norte sobre um fundo desfocado da cidade

Desde 1997, a Coreia do Norte – e somente ela – utiliza o calendário Juche. Ele é baseado em uma mistura de filosofias, como o marxismo, o leninismo e o kimilsunismo (as ideias de Kim Il-sung, primeiro comandante do país).

Sua contagem começa a partir do nascimento do fundador da Coreia do Norte, Kim Il-sung, em 15 de abril de 1912. Sendo assim, o ano de 1912 do calendário gregoriano corresponde ao ano 1 no calendário norte-coreano, já que no sistema Juche não existe o ano zero.

 Seguindo essa lógica:

  • O ano de 2025 corresponde ao ano 114 no calendário Juche.

Um fato curioso é que as datas anteriores à criação do calendário norte-coreano são marcadas como a.J., algo semelhante ao que ocorre com o uso do a.C., referente a períodos antes do nascimento de Cristo.

Afeganistão, Irã e o calendário persa

No Irã e no Afeganistão é utilizado o calendário persa, conhecido como Nowruz, esse sistema celebra a passagem de ano no equinócio da primavera (fenômeno astronômico que indica o início da primavera e do outono. Nesse dia, o dia e a noite têm quase a mesma duração), geralmente em 20 ou 21 de março.


Para saber em que ano estamos em relação ao calendário gregoriano, é necessário subtrair 621 ou 622. Isso ocorre porque o contador de tempo persa começou a contar os anos a partir do calendário islâmico (Hégira), que teve início em 622 d.C.

Ou seja:

  • De 1º de janeiro a 20 de março de 2025, será o ano 1403.
  • A partir de 21 de março de 2025, será o ano 1404

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